rombo

Maringá

A culpa é do eleitor?

previdencia

O jornal Metro Maringá destaca que a previdência municipal de Maringá tem rombo de R$ 20 milhões, repetindo o que acontece na maioria dos municípios brasileiros.
A matéria não se preocupa em detalhar como nasceu o rombo nem faz referência à aplicação de recursos na Plena e na Gradual, como denunciado pelo site Conjur. Continue lendo ›

Blog

Mão no bolso!

Mão no bolso

Maringaense, prepare seu bolso: você vai pagar caro pelo erro de dois ex-prefeitos. E olha que normalmente governante, quando erra, é porque não tem assessoria; nestes casos, os que os dois mais tiveram foram assessores. Detalhes mais tarde.

Brasil

Um rombo de R$ 130 bi

Com direito a chamada de capa, a Folha de S. Paulo fez reportagem sobre o rombo no Orçamento de 2016, com a nova estimativa de crescimento do PIB (abaixo de 0,5%), citando o relator-geral do Orçamento, deputado Ricardo Barros (PP). O rombo é de cerca de R$ 130 bilhões em relação ao estimado em abril, quando foi encaminhado ao Congresso o projeto da LDO.
“Não gosto da ideia, mas acho que o Brasil vai ter que pensar o que é mais nocivo para a sociedade: um pouco mais de carga tributária ou um sinal de que as contas não vão fechar”, disse Barros. “É uma escolha imperfeita, tem que ver como se perde menos”, disse ele.

Cidades

Rombo em Cianorte

Da Tribuna de Cianorte:
A pauta de votações dessa segunda, na sessão da Câmara dos Vereadores, entrou com dois pedidos de socorro ao Capseci (Caixa de Aposentadorias e Pensões dos Servidores Públicos Municipais de Cianorte). O caixa da autarquia está com um rombo de R$ 118 milhões 119 mil. O Executivo pediu votação em regime de urgência urgentíssima. Na sexta-feira foi convocada uma reunião in off, entre Executivo, diretoria e vereadores, no intuito de preparar o terreno para a reunião de ontem. A origem da dívida do Capseci é uma incógnita. O que se sabe é que em 2004 o montante era de 81 milhões. Leia mais.

Blog

Associados afastam dirigentes da Afuem

Assembleia realizada nesta tarde de quarta-feira, com a presença de cerca de 700 afiliados, afastou o presidente e o tesoureiro da Associação dos Funcionários da Universidade Estadual de Maringá, onde na semana passada descobriu-se um rombo de cerca de R$ 2,5 milhões, conforme divulgado por este blog. O vice-presidente e o tesoureiro assumem a direção da entidade, que vive um momento delicado mas ao mesmo tempo trabalha para retomar a confiança dos conveniados. Amanhã os bancos serão notificados das mudanças. O afastamento deve durar até 20 de dezembro, período em que comissões específicas, instaladas hoje, negociarão para restabelecer os convênios, entre eles com a Unimed.

Entre os problemas encontrados na Afuem estão irregularidades e até falta de prestação de contas anuais.